EAGB. TRABALHADORES QUEREM ELEMENTOS DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO FORA DA EMPRESA

Os Trabalhadores da empresa de Eletricidade e Aguas da Guiné-Bissau (EAGB) recém- afectados exigem a demissão de Conselho de Administração e condenam qualquer tentativa de despedimento de qualquer trabalhador.

Segundo o documento que a Rádio Sol Mansi teve acesso, os trabalhadores da empresa de Eletricidade e Águas da Guiné-Bissau recém- afectados a diferentes categorias, pretendem realizar uma vigília nos dias 26 á 28 do mês corrente, para exigir o pagamento dos seus salário referentes a três anos de serviço.

Após a realização da Assembleia - geral dos Trabalhadores e do pessoal recém- afectados, os mesmos decidiram avançar com a realização de uma vigília de três dias em frente as instalações da sede da EAGB, com o qual pretendem exigir igualdade na forma de tratamento dos trabalhadores bem como salarial, exigir igualmente, a demissão de Conselho Administrativo e condenar qualquer tentativa de despedimento de um trabalhador.

Em entrevista exclusiva a Rádio Sol Mansi, o porta-voz dos trabalhadores, Jesus Paulino Gomes, afirma que a Comissão Negocial entendeu por bem, que o patronato não está a mostrar vontade na resolução do processo.

“ (..) Entregamos hoje, o pré-aviso de greve para a realização de uma vigília nos dias 26 à 28 do corrente mês”, diz afirmando que pretendem realizar uma vigília frente a direcção geral da empresa, para manifestar a sua inquietação”.

Jesus Paulino Gomes pediu ao patronato para pagar o salário aos trabalhadores, acrescentando que estão abertos a qualquer tipo de negociação com vista a estancar o avanço da vigília.

“ Nós estamos a exigir pagamento já de quase 34 meses”, afirma para depois avançar que a afetação à categoria entra em vigor desde 2020, mas até hoje, não foi aplicado. Para isso, pedimos ao patronato que pague a dívida contraída com os trabalhadores. Vamos condenar qualquer tentativa de despedimento dos trabalhadores sem processo formal e justa causa”, avisou.

Os trabalhadores recém- afetados da empresa de Eletricidade e Águas da Guiné-Bissau, pretendem exigir através da realização de uma vigília em frente as instalações da empresa, o pagamento da divida atrasada de três anos bem como a demissão do Conselho Administrativo.

Por: Bíbia Mariza Pereira

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