DEGRADAÇÃO DO MANGAL TEM A VER COM ASPECTOS ECONÓMICOS, diz coordenador do projecto zonas húmidas

O ministério do ambiente através da direcção-geral de Desenvolvimento Durável e igualmente Coordenação Nacional de projecto zonas húmidas internacionais afirmou que a última degradação de mangal no país tem a ver com os aspectos económicos.

O director do desenvolvimento durável e coordenador do projecto zonas húmidas Joãozinho Sá que falava na abertura do seminário de lançamento do projecto zonas húmidas diz que nos últimos tempos, a degradação do mangal na Guiné-Bissau era grande devido a procura de sobrevivência das populações.

“ Nos últimos momentos, houve evolução positiva. Outrora, a degradação do mangal era imenso por motivos económicos e a sobrevivência da população”, explicou.

O responsável destacou o papel dos mangais apontando a defesa da costa pela força da água do mar. “ Um outro papel do mangal é a da subsistência da comunidade local em procurar os produtos do mar proteídos pelo mangal como a ostras”.

Já o director do Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP) Justino Biai revelou que as zonas costeiras foram ocupadas por pescadores ilícitos que tem utilizados as lenhas do mangal para a transformação do pescado que impactou grandemente a ecossistema do mangal.

“ O objectivo do projecto zonas húmidas é de intervir e recuperar o ecossistema degradado, mas intervir de forma que os espetos degradados possam vir a ser recuperados com uma metodologia sustentável, para em decorrência do plano do decénio das Nações Unidas para a restauração do mangal, possamos ter resultados que possam mostrar ao mundo que a Guiné-Bissau, localmente está a contribuir para a resolução dos problemas mundiais” sublinhou.

Por: Turé da Silva

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