CCIAS ANUNCIA QUE AINDA SE ENCONTRAR NO PAÍS CERCA DE 50.000 MIL TONELADAS DE CASTANHA DE CAJU NOS ARMAZÉNS

O Presidente da Camara de Comercio Industria, Agricultura e Serviço (CCIAS) lamenta o facto de até a data presente, e com o início da nova colheita da castanha de caju, ainda se encontra cerca de 50.000 mil toneladas em estoque nos armazéns.

A lamentação foi deixada, hoje, na conferência de imprensa feita, depois de cumprimento do novo ano por parte dos funcionários da Câmara de Comércio Indústria, Agricultura e Serviços ao presidente desta instituição.

Mama Samba Embaló, disse que cerca de 50.000 mil toneladas da castanha de caju ainda se encontram nos armazéns com a dificuldade de sua comercialização no mercado internacional.

“Com relação ao principal produto nacional de exportação, a nossa castanha de Caju, temos a lamentar o facto de até a hora presente e nas vésperas de inicio da nova safra, se encontrar ainda no país, cerca de 50.000 mil toneladas em estoque nos armazéns, com dificuldades de comercialização no mercado internacional, devido á diversas razoes, dentre as quais a de baixa de preço de procura junto dos principais compradores”, avança.

Samba Embaló chama atenção neste aspeto, no sentido de que seja tomada cautelas conjuntas, para que a campanha de comercialização do ano de 2023 não venha a ser comprometida.

“A Camara de Comercio Industria, Agricultura e Serviço, empenhou-se e continuará a estar empenhada na busca de soluções, lado á lado com o governo, para que se diminuam os prejuízos aos empresários e às instituições financeiras, implicadas no processo de comercialização de castanha bruta de caju da safra 2022, sobretudo alguns intermediários, exportadores e bancos. Indo ao encontro das empresas que ainda não conseguiram exportar suas castanhas de caju, queremos esclarecer que, diferentes propostas de oferta de comercialização do estoque existente, estão sendo apresentadas pela Câmara de Comércio Indústria, Agricultura e Serviços (CCIAS) á potenciais interessados no mercado mundial e com o governo o diálogo será continuado, no sentido de se tomarem cautelas conjuntas, para que a campanha de comercialização de castanha de caju 2023, não seja comprometida”, sustenta.

E, sobre o aumento de preços dos produtos da primeira necessidade no país, Mama Samba Embalo adverte que para estocar em segurança, quase em todos os países do mundo, houve um aumento igualmente em contentores, por forma a poder transportar as mercadorias de forma mais segura via marítima.

“O aumento do preço dos produtos citados, devido á grande demanda para estoques de segurança de quase todos os países do mundo, adicionado ao aumento do preço de contentores e de transporte marítimo de mercadorias, impactaram negativamente nos preços para aquisição, compra de produtos básicos de cada família”.

O Presidente da Câmara de Comércio anuncia que este ano vai fazer advocacia junto do governo, para que as políticas sejam implementadas os mais diversos cultivos, pondo-se assim de lado, a dependência única do caju na economia e, possam ser promovidas outras culturas, nas fileiras de renda, tal como é: sésamo, algodão, amendoim, fruta, vegetal, tubérculos e raízes, arroz entre outros.

 

Por: Bíbia Mariza Pereira

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