BREVEMENTE GUINEENSES COMEÇARÃO A RECEBER A VACINA CHINESA SINOPHARM

O Alto Comissariado para a Covid-19 na Guiné-Bissau disse, ontem (21), que brevemente vai se iniciar a administrar a vacina chinesa Sinopharm na população guineense.

A informação foi avançada pelo secretário do Alto Comissariado para a Covid-19, Plácido Cardoso, na habitual actualização semanal da situação do vírus na Guiné-Bissau e no mundo.

“Um trabalho técnico está a ser feito e dentro de pouco tempo vamos prosseguir à vacinação incluindo esta vacina Chinesa Sinopharm”, explica o médico que anuncia que mais solicitações guineenses foram feitas à China para que sejam dadas mais doses ao país.

O médico anuncia que também as autoridades portuguesas decidiram dar apoios aos países da Comunidade dos países da Língua Portuguesa (CPLP) e espera-se que mais guineenses sejam imunizadas.

Segundo informações, na semana passada, a comunidade chinesa residente em Bissau começou a ser vacinada com doses da Sinopharm, que chegaram à Guiné-Bissau doadas pelo Senegal, mas que ainda não tinham sido utilizadas devido à falta de confirmação pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Já sobre o número de casos ao nível nacional, o alto comissariado anuncia que, na última semana, a Guiné-Bissau registou 22 novos casos positivos da Covid-19, nenhum óbito e 14 pessoas consideradas recuperadas da infecção.

De acordo com Plácido Cardoso, nas últimas semanas, houve oscilação dos casos positivos da infecção relacionada com o novo coronavírus na Guiné-Bissau.

Na mesma ocasião, Plácido Cardoso informou que o Alto Comissariado para a Covid-19 está a reformular a estratégia de testagem para melhor conhecer a dinâmica da pandemia da Covid-19 ao nível do país.

Contudo, o secretário do Alto Comissariado para a Covid-19 alertou que o vírus continua a circular no país e a única forma de evitar é respeitar as medidas de prevenção.

Com 22 novos casos, o país passa a contar agora com um total acumulado positivo de 3825 dos quais 3562 são considerados recuperados, 188 em activos e 69 óbitos desde o início da infecção em Março de 2020.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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