BASTONÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DA GUINÉ-BISSAU CONSIDERA DE NEGRO ESTADO DA JUSTIÇA NO PAÍS

O Bastonário da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau, Januário Correia, disse que a justiça está paralisada na Guiné-Bissau e isso deve merecer a atenção dos intervenientes guineenses.

Januário falava, hoje, à margem da cerimónia oficial da abertura do terceiro curso da advocacia na Guiné-Bissau que irá culminar amanhã com a entrega de carteira profissional aos novos membros da ordem.

O bastonário diz ainda que um fato preocupante é o funcionário das câmaras e plenárias do supremo Tribunal de Justiça, que neste momento não existe quórum.

“A Justiça Guineense está paralisada, temos ainda cessão muito indefinido sobre a eleição no Supremo Tribunal da Justiça desde a renúncia do presidente desta instituição até a data presidente não temos informação clara sobre a situação de gestão de STJ, mas o mais importante para mim é o funcionamento de câmaras e da plenária por isso este facto deve merecer a preocupação de todas as atores da justiça” disse Januário Pedro Correia.

O bastonário da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau diz ainda que a justiça perdeu o crédito nos olhos dos guineenses e isso faz com que a população crie fórmulas próprias para resolver conflitos.

“A Justiça Guineense está paralisada, temos ainda cessão muito indefinido sobre a eleição no Supremo Tribunal da Justiça desde a renúncia do presidente desta instituição até a data presidente não temos informação clara sobre a situação de gestão de STJ, mas o mais importante para mim é o funcionamento de câmaras e da plenária por isso este facto deve merecer a preocupação de todas as atores da justiça” disse Januário Pedro Correia.

Januário pede ainda o afastamento das mãos políticas na gestão do conselho superior da magistratura da Guiné-Bissau.

A Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau realiza, em Bissau, uma conferência sobre “o acesso ao direito à justiça – por uma justiça mais próxima e inclusiva” e durante os dias serão abordados, entre outros, temas como o “papel das mulheres advogadas na administração da justiça do género, das crianças, das pessoas com deficiência e necessidades especiais”. 

 

Por:  Turé da Silva

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