ARISTIDES GOMES DENUNCIA PLANO DE ASSASSINATO DOS MEMBROS DO SEU GOVERNO

O Primeiro-Ministro, Aristides Gomes, demitido pelo investido Presidente da República (PR), Umaro Sissoco Embalo, anunciou, este Domingo (01 de Março), que não tem condições de continuar os trabalhos, alegando a ocupação de homens armados, no palácio do governo. no mesmo mento denuncia plano de assassinato dos membros do seu governo

Em declarações aos jornalistas, Gomes revelou que indivíduos armados, a mando do Ministério do Interior, invadiram a sua residência em Bissau e levaram duas viaturas da escolta policial, depois de terem ameaçado neutralizar a sua segurança e detê-la.

Aristides revelou ainda que houve a ocupação do palácio de governo e demais instituições da república pelos homens armados.

“O governo trabalha só quando existem condições e neste momento todas as instituições do estado estão ocupados e nós estamos em casa. Agora, tentar nos agredir, em casa, seria uma inconsistência para aqueles que queiram exercer o poder ao curto, médio e longo prazo”.

Aristides Gomes, nomeado segundo os resultados das eleições legislativas de Março de 2019, disse ainda que não queria ser um factor de tensão e de disputas que pudesse conduzir a violência no país.

“Gostaria de sair disso de uma forma sã e que aqueles que devem exercer o poder o exerça. Mas gostaria que fosse na base da legalidade”

Aristides Gomes denunciou que existe um plano que visa assassinar alguns indivíduos considerados principais figuras de Estado incluindo ele, visto como um obstáculo a certas formas de exercício do poder.

“Estamos a ultrapassar a faixa vermelha e por quanto temos informações que a violência está a ser direccionada num sentido de assassinar as principais figuras, até aqui, do Estado”.

Aristides Gomes denunciou ainda na mesma entrevista que está a ser alvo de ameaça de morte caso não renunciar da sua função.  

Ontem (01), na sua página oficial de facebook, Aristides Gomes denuncia que está a ser alvo de ameaça de morte caso não renunciar a sua função. Aristides Gomes chama, no entanto, a atenção dos guineenses e da comunidade internacional.

Certo é que as instituições do Estado não funcionam e os estabelecimentos foram tomados pelas forças de defesa e de segurança.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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