ACOBES NÃO VÊ “MOTIVO DE FUNDO” PARA FALTA DE PÃO

A Associação dos Consumidores de Bens e Serviços (ACOBES) condena, hoje, a posição da Associação dos Padeiros Tradicionais em provocar a ausência de pão nos mercados do país.

A posição desta organização de defesa do consumidor foi tornado público esta terça-feira, pelo seu secretário-geral, numa conferência de imprensa que visa posicionar-se em relação à falta de pão nos mercados do país.

Bambo Sanha disse que não existir razão para o bloqueio do país deste produto, um dos produtos da dieta alimentar particularmente nesta época do início das aulas, uma vez que o preço da farinha baixou para 24.600 Francos CFA segundo a decisão do governo.

“Não vejo motivo de fundo para o problema, porque a farinha que custava 29.000 Francos agora é 24.600 FCFA nos mercados neste caso não podemos chegar a este nível de paralisar o país com a falta de pão por isso os padeiros devem produzir pães para a população”, justificou o secretário-geral da ACOBES.

O secretário-geral da ACOBES enalteceu a postura dos proprietários dos fornos elétricos em abastecer o mercado com pão, contudo para a maioria dos guineenses, prefere pão do forno tradicional.

“Agradeço a colaboração dos proprietários dos fornos eléctricos em abastecer o mercado com pão, contudo não é suficiente mais derem os seus máximos em cobrir a situação”, anotou Bambo Sanha.

Bambo Sanhá disse ainda que recebeu a garantia da parte do importador principal deste produto ainda nesta terça-feira, da chegada de um carregamento de farinha no mercado nacional em abundância, e ao preço fixado pelo governo.

“Neste momento a garantia que temos é que a farinha ainda hoje chegará no mercado em abundância e ao preço fixado pelo governo, no porto neste momento também estão vários contentores com a farinha”, destacou o secretário-geral da ACOBES.

Na segunda-feira a Associação dos Padeiros (Panificadores) Tradiocionais considera de absurdo ou seja de um prejuízo, vender pão a 150 francos CFA enquanto o preço de farinha continua elevada.

 

Por. Marcelino Iambi

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