Se é verdade que, como disse Birago Diop, “nossos mortos nunca partiram”, ainda mais – se eu olhar para a dolorosa realidade da Guiné-Bissau hoje com seu triste cenário de “antropologia da raiva” que dura há 45 anos e cresce em força e vitalidade a cada dia – temos uma obrigação moral urgente de repensar o tema da paz e da reconciliação nacional, de pensar na sociedade como um todo e de elaborar um novo pacto social e cultural capaz de nos revestir novamente daquele bambaram que nos foi dado pelo longo caminho de libertação e pelo legado do bispo Settimio Arturo Ferrazzetta, ele próprio vítima da guerra fratricida de 1998 e 1999.

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