A Confederação Nacional das Associações de Estudantes da Guiné-Bissau (CONAEGUIB) alerta que, o presente Ano Letivo corre o risco de enfrentar mais dificuldades, iguais ou ainda mais graves do que as registadas no período anterior, tudo, devido à carência dos professores, conforme anunciado recentemente pelo Ministério da Educação.
Em plena semana do Dia Internacional das Pessoas Desaparecidas (30 de agosto), a Cruz Vermelha da Guiné-Bissau lança um alerta que indica que mais de 200 pessoas continuam desaparecidas no país, sendo a maioria jovens entre 18 e 35 anos.
As escolas públicas na Guiné-Bissau entram no novo ano letivo 2025/2026 mergulhada em uma crise profunda. O país enfrenta um déficit alarmante de mais de 4 mil professores, segundo o Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF), colocando em risco o direito à educação de mais de 150 mil crianças em todo o território nacional.
Um curto-circuito numa residência em Pilum, situada nas instalações dos Serviços da Proteção Civil e Bombeiros de Bissau, provocou a morte de três pessoas, incluindo uma mãe, o seu filho menor e uma idosa.
O vice-presidente da União Regional dos Padres da África Ocidental (URPAO), Padre Augusto Mutna Tambá, deixou um apelo claro aos líderes religiosos e políticos da Guiné-Bissau: é preciso afastar-se da política partidária e trabalhar pela paz, pela união e pela convivência entre os diferentes grupos étnicos.
O Governo através da Direção-Geral da Cultura, anunciou a intenção de um ambicioso processo de recenseamento nacional de artistas, obras e espaços culturais, com o objetivo de criar uma base de dados sólida que permita melhor planificação e valorização do setor cultural no país.
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