3 de Agosto. UNTG LAMENTA O FATO DE PAÍS ESTAR SEM UM GOVERNO DEPOIS DE 60 DIAS DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS

O secretário-geral da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) critica o fato de passados já 60 dias depois da eleiçoes legislativas, o país continua sem o governo emenado dos resultados eleitorais.

Júlio Mendonça falava após a sua organização ter depositado coroas de flores no pátio de porto de pinjiguiti, alusivo a comemoraçao de 3 de Agosto de 1959, ou seja, 64 anos, depois do massacre do pinjiguiti.

“ O partido vencedor das eleições legislaticas tem que assumir a sua responsabilidade. Já se passaram 60 dias sem um primeiro-ministro e o povo continua a morrer cada dia por causa dos caprichos dos políticos e com violação dos direitos humanos no país” daí questiono a possição da sociedade civil que devia se manifestar peratnte estes fatos enumerados, mas ao contrário, está passivo e o povo continua a morrer de fome. Temos que fazer pressão para salvar o país” afirmou o secretario-geral da UNTG Júlio António Mendonça.

No entanto, afirmou que, hoje, o salário aplicado na funçao pública guineense, não corresponde ao salário mínimo nacional.

“A última revisão do salário mínino nacional foi feita através do Decreto n17 de 1988 num valor de 15 mil peso guineense, mas a convenção foi ratificada, entrou em vigor e obrigou o governo a actualizar o salário mínimo nacional, que não é só para a função pública mas, engloba todos os sector da vida pública nacional mesmo as empregadas domesticas tem o direito a este salário meninmo nacional” anunciou.

Por outro lado, sublinhou que a UNTG foi vítima do governo cessante, com invasão da sede da organizaçao e outras interferências, para depois acusa-lo de estar a lapidar os recursos do país.

“ (…) A coligação PAI-Terra Ranka foi escolido para governar o país durante próximos 4 anos porque o povo está cansado com o atual regime por isso, votaram à coligação. Os outros que no passado disseram ser nossos amigos, envadiram a sede da Central Sindical onde fomos vitimados com gáz lacrimogénio e também sequestrados por regime, por isso, o povo votou contra” disse Júlio Mendonça.

Por fim, garantiu que a UNTG vai continuar a comemorar a data de 3 de agosto porque consta da lei aprovada pela Assembleia Nacional Popular, isso numa clara alusão ao decreto do governo cessante que proíbe a comemoraçao da data.

Conhecido com o nome de “ Massacre de Pindjiguiti”, foi há 64 anos, isto é, 3 de Agosto de 1959 que os trabalhadores do Porto de Bissau decretaram uma greve para exigir o aumento salarial.

Em resposta, as forças coloniais portuguesas disparam armas de fogo contra estes marinheiros e estivadores, tendo morrido cerca de 50 pessoas.

Segundo os historiadores, este acontecimento foi determinante para o PAIGC, o Partido libertador, começar a equacionar a imperatividade de desencadear uma luta armada para a libertação da então colónia portuguesa.

Por. Turé da Silva

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