IRMÃS DIOCESANAS LEMBRAM DO PROPÓSITO DO BISPO SETTIMIO FERRAZZETTA

A Superiora das Irmãs Diocesanas, lembrou que Dom Settimio Arturo Ferrazzetta, sempre destacava a necessidade de valorizar as mulheres.
Irmã Regardina que falava nesta semana em Bissau numa entrevista à Rádio Sol Mansi no quadro das celebrações do centenário do fundador da congregação das Irmãs Diocesana e primeiro Bispo da Guiné-Bissau, reconhece que a contínuo pobreza que se regista no país deve-se a não valorização da mulher na sociedade.
“Tendo em conta a sitiação atual não estamos bem, a ação política de um país é para ajudar no desenvolvimento, e, até neste momento não conseguimos”, afirmou a responsável apontando a valorização da mulher como forma para encontrar o desenvolvimento de um país como a Guiné-Bissau. 
Segundo a Irmã Regardina, o desejo do Bispo Setimio é de cada mulher guineense ser valorizada na sociedade.
“A valorização de toda mulher guineense era o maior desejo do Bispo Settimio”, concluiu.
Dom Settimio Arturo Ferrazzetta, missionário franciscano, nasceu no dia 08/12/1924 em Selva de Progno na província e diocese de Verona, em Itália, e no dia 01/07/1951 com 27 anos foi ordenado sacerdote em Veneza. Em 21/3/77 foi nomeado primeiro Bispo da Guiné-Bissau pelo Papa Paulo VI e ordenado no dia 19/06/77.
Dom Settimio primeiro Bispo da Guiné-Bissau e fundador da congregação das Irmãs Diocesanas.
Dom Settimio morreu em 1999 em plena guerra civil de 07 de junho, ele esteve sempre na linha de frente em negociações com as duas partes em conflito. O engajamento de Dom Settimio também teve impacto na vida social, económica e académica dos guineenses.
Por: Ussumane Mané
 

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