INSPECÇÃO DE SAÚDE NÃO CONSEGUE PÔR FIM A VENDA CLANDESTINA DE MEDICAMENTOS

A Inspecção Geral da Saúde Publica diz estar ainda sem data para os trabalhos de apreensões dos produtos dos medicamentos que estão a ser comercializados ilegalmente nos mercados e nas ruas do país facto que coloca em risco a vida das pessoas

Numa entrevista exclusiva á Rádio Sol Mansi (RSM), o Inspector-geral da saúde, Benjamim Lourenço Dias, disse a sua instituição quer combater a pratica mais justifica falta de meios para os trabalhos.

“A Inspecção de Saúde quer combater a pratica mais precisa de apoio do governo. Pode se ter um projecto que depois poderá ter constrangimentos relacionados a instabilidade política”

Benjamim Lourenço Dias disse ainda que na mesa onde se vendem os medicamentos encontra-se a caixa vazia com pedras dentro para simular os clientes mas os medicamentos ficam no armazém.

“Só tiram dos armazéns os medicamentos quando o cliente manifestar a vontade em adquiri-los”  

Lourenço Dias, na mesma entrevista á RSM, lembra que as regras não estão a ser respeitadas até a data presente por causa das instabilidades no país.

“A instabilidade impede o cumprimento das medidas tomadas porque os sucessivos directores não cumprem com as medidas tomadas pelos sucessores ou não têm a prioridade nesta área”

A Repórter da RSM constatou que continuam as vendas de medicamentos no mercado de Bandim, e constatou que três mulheres foram comprar os mesmos medicamentos que não se encontravam em situações adequadas.

Numa conversa com um dos compradores afirma que o medicamento é mais barato e consegue curar as dores e depois os vendedores de medicamentos ilegais compram os medicamentos no mesmo local onde os proprietários das farmácias costumam comprar medicamentos.

Entretanto tentamos sem sucesso falar com o Inspector-geral do Ministério do Comercio sobre falsificação da data nos produtos.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Bíbia Mariza Pereira

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