Domingos Simões Pereira falava esta quarta-feira em reacção ao acórdão do Supremo Tribunal de Justiça que declara a inconstitucionalidade do acto da comissão permanente de ANP. “ Lembre-se que há pouco tempo alguém nos dizia que cumpriu com o acórdão 1/2015 e espera que quando não for favorável aos outros que também cumpram. Podem estar a vontade pois para nós o cumprimento das leis e das deliberações de órgãos competentes não é uma opção, mas sim uma obrigação”. Isso numa clara alusão as declarações do presidente da Republica aquando da abertura do novo anos judicial.

Por outro lado o líder do PAIGC disse não compreender qual será o papel dos 15 na ANP uma vez que já não são do partido e nem fazem parte da bancada do mesmo “ porque o acórdão diz que o deputado responde politicamente e, eventualmente até mesmo disciplinarmente, se bem que a nível puramente interno, perante o seu partido ou perante o seu grupo parlamentar, sendo pois concebível em teoria que a violação da disciplina de voto possa dar lugar a afastamento do grupo parlamentar onde se integra, “ aí questiono, se pode ser sancionado pela sua bancada parlamentar e não pode ser independente, com que estatuto pode permanecer na ANP”, questionou.

O presidente assegurou ainda que para o PAIGC, a política não se resume em lutar pelo poder, tendo adiantado ter constatado que o PRS, segundo maior partido estava a manifestar juntamente com os 15 deputados expulsos o que para ele só pode significar uma perda de visão sobre a sua responsabilidade politica.

Para Domingos Simões Pereira, “a essência da existência dos partidos políticos e do nosso edifício político está atingido, e ameaça a todos e isso só pode resultar de alguma ignorância pu o facto dos 15 deputados expulsos já pertencerem ao PRS”, disse.

Aos militantes garantiu que têm mecanismos necessários para fazer valer suas conquistas eleitorais

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