UNTG CONVIDA MINISTÉRIO PÚBLICO A INVESTIGAR PARAGEM DA FÁBRICA DE PRODUÇÃO DO OXIGÉNIO

A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) insta ao ministério público e a polícia judiciária a investigar o não funcionamento da fábrica de oxigénio no hospital nacional Simão Mendes.

A situação tornada pública pelo secretário-geral da UNTG durante uma entrevista no âmbito da paralisação de um mês iniciada esta segunda-feira (1) na administração pública.

De acordo com Júlio Mendonça a Guiné-Bissau não está a ser governada sem investimento nas áreas sociais por isso, insta ao Ministério Público e a Polícia Judiciária a investigar o não funcionamento da fábrica de oxigénio no maior centro hospitalar do país.

“Há pessoas que estão a governar pelas suas barricas sem se preocupar em equipar os hospitais do país assim como vários milhões foram tirados para a construção da fábrica de oxigénio no hospital nacional Simão Mendes”, daí questionou o porquê da paragem deste? Assim sendo, é momento certo do ministério Público e a Polícia Judiciária investigar esta prática” salientou o Secretário-geral da UNTG.

No que refere a paralisação da UNTG, Mendonça garantiu que deve decorrer até 31 de março e visa contestar a "insensibilidade do Governo" em responder às exigências dos trabalhadores, além do aumento de impostos e taxas.

Este sindicalista convida ainda os governantes para abdicarem de subsídios em prol das áreas sociais que segundo ele podem evitar as sucessíveis vagas de greves no país.

“Se as pessoas têm noção do mal que existe no sector social, devem abdicar dos seus subsídios”, desafiou.

Júlio Mendonça considera ainda de má-fé não pagamento pelo governo do fundo instituído pelo executivo em apoiar centrais sindicais do país em mais de 2 milhões de francos CFA cada mês.

O secretário-geral da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG), Júlio Mendonça, exorta os guineenses no sentido de abandonar más práticas e sobretudo a reflectir sobre a situação do país que impede o desenvolvimento.

Por: Marcelino Iambi

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