TESMPESTADE FAZ DUAS MORTES E CENTENAS DE DESALOJADOS
Centenas de casas e infraestruturas públicas foram completamente danificadas pelos ventos e chuvas fortes sentidos ontem a noite e esta madrugada. Não se sabe do número real dos lesados mas o certo e que são relatadas pelo menos duas mortes.
Ontem a noite por volta das 20 horas e 45 minutos tempestades foram sentidas na maioria das zonas do país e na sequência houve vários sinistros, foram relatadas duas mortes, dezenas de feridos e centenas de casas destruídas.
No interior, por exemplo na ilha de Djeta o vento matou duas mulheres e feriu várias pessoas incluindo crianças.
No setor de Catió 14 casas e 2 escolas foram destruídas por completo pelos ventos sentidos nesta madrugada.
As vítimas pedem a intervenção das autoridades porque centenas de alunos ficarão fora da escola.
“Queremos que nos ajudem porque nestas escolas estudam mais de duzentos alunos e estamos em pleno fim do ano letivo. As nossas casas foram totalmente destruídas e estamos sem nada e esta situação prevalecer vamos sofrer muito mais”, apelam.
Já em Bissau, nos bairros de Plubá, Pessak, São Paulo, Aeroporto e Antula várias casas foram danificadas pelos ventos e chuvas fortes, e foram relatados números indeterminados de feridos.
A RSM falou com uma das vítimas, Calisto Sami, que vive em Plubá, Bissau. Ele explicou que a sua casa foi parcialmente danificada e a parede prestes a cair.
“O zinco da minha casa foi danificado pelo vento forte e a esta hora a minha família está na rua a lavar as roupas molhadas no incidente. Ao pé da minha casa são mais duas danificadas mas temo pelo pior porque as paredes da minha casa podem cair a qualquer momento”, lamenta Calisto que pede a ajuda das pessoas de “boa vontade”.
Imagens partilhadas na Internet mostram que o mesmo estrago foi sentido nos portos de Bissau, no estádio lino Correia e vários postes de luzes foram derrubados.
A estrada de Safim, que liga Bissau ao interior do país, é quase intransitável.
Sobre esta situação, a Rádio Sol Mansi contatou o serviço da Proteção Civil e Bombeiros da Guiné-Bissau que disse ainda não tem os dados reais da sinistralidade nas últimas 24 horas.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Diana Vaz
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