TÉCNICOS ENVOLVIDOS NO COMBATE AO CORONAVÍRUS AMEAÇAM PARALISAR SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA A ESTA PANDEMIA
O colectivo dos Técnicos Nacional envolvidos no Combate a Covid-19 projecta, hoje, iniciar a paralisação de todas as actividades na sexta-feira (5) até que sejam pagos os subsídios.
A intenção tornada pública durante uma conferência de imprensa que visa esclarecer a opinião pública sobre as suas indignações relativamente ao pagamento de subsídio.
Undiga Mendes diz que todos os trabalhos ligado a resposta rápido, gestão clínica e do ponto de entrada vão ser paralisados salvo serviço mínimo no hospital nacional simão Mendes e Cumura.
“Amanhã, sexta-feira, todos os trabalhos ligados à covid-19 vão ser paralisados ao nível nacional salvo serviço mínimo no hospital nacional Simão Mendes e Cumura, por isso, esperamos a compreensão da população sobre as nossas exigências”, diz o coordenador do colectivo dos Técnicos Nacionais envolvidos no Combate a Covid-19.
Em relação ao pagamento de subsídios, o coordenador do colectivo dos técnicos revela que houve disparidade no pagamento destas dívidas por isso, o trabalho vai depender do pagamento total destes subsídios.
“Em algumas regiões, os pagamentos foram feitos até o mês de Maio, de Junho até aqui, não são pagos com excepção de Bissau e incluindo centro de tratamento de covid-19, por isso, o retorno ao trabalho dependerá do pagamento de todas as dívidas”, alertou Undiga Mendes.
Perante a situação, a alta Comissária para a Covid-19, Magda Nely Robalo, diz, na segunda-feira última, que já solicitou ao ministério das finanças os montantes necessários para pagar as verbas aos técnicos.
“Nós já solicitamos ao ministério das finanças os montantes necessários para pagar os subsídios em atraso e esperamos que num curto espaço de tempo que seja regularizadas todas as dívidas”, salientou a alta comissária para a covid-19.
A possível paralisação poderá acontecer numa altura em que a Guiné-Bissau já registou mais 31 casos positivos de infecção e uma morte pelo novo coronavírus elevando o país para um total activo de duzentos e vinte e dois (222) anunciou Alto Comissariado para a Covid-19.
Por: Marcelino Iambi
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