SINDICATO PEDE QUE A POLÍCIA INVESTIGUE CASOS DE SUPOSTA CORRUPÇÃO NA FISCAP
O Sindicato de Base da direção de Fiscalização Marítima e Controlo das Atividades de Pesca pede a intervenção das autoridades competentes e judiciais, que segundo ele, está muito confuso em relação ao suposto pagamento de contribuição de fundo na segurança social.
Durante uma conferência realizada, hoje, em Bissau, o Presidente do Sindicato de Base da Fiscalização Marítima, falou da situação da falta de pagamento das suas quotas de segurança social, falta de assistência médica e dos funcionários com problemas de saúde, cuja origem tem a ver com o atraso no pagamento salarial, entre outros.
Mamadú Infamará Mané diz que fala da situação do não pagamento de contribuição de fundo social por parte da Fiscalização e Controlo das Actividades de Pesca (FISCAP) junto ao Instituto Nacional de Previdência Social, porque começaram a descontar previdência social desde o ano 2010.
“Qual é a resposta deste desconto, é só tristeza”, enfatiza.
Infamara Mané, afirma ainda que o patronato garantiu que tinha um montante em dinheiro de cento e oitenta milhões de francos cfa que serão destinados aos que estão na fase da reforma.
“Estamos perante um processo muito complicado, temos alguns funcionários que chegaram a menos de 1 ano que estão a receber 300.000 mil francos cfa e estamos a pedir função pública e trabalho e polícia judiciária para rever a folha de salário e outros estão em casa sem trabalhar no final do mês recebem os seus dinheiros”, denuncia.
Durante a Conferência de Imprensa, o sindicato afirma ainda que o novo edifício ora inaugurado há pouco menos de um mês, não reúne condições para lá de trabalhar, pois a mesma não dispõe de ar-condicionado ou ventoinha, secretárias e cadeiras.
Por: Rádio Sol Mansi / Bíbia Mariza Pereira
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