SINDICATO DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA CRITICA “CONSTANTE” GREVE NO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
O Presidente de Sindicato de Base do Ministério da Economia, Plano e Integração Regional, Quintino Soares Cassamá, considera de má-fé a constante greve do Sindicato dos funcionários do Ministério das Finanças.
Acusação feita, hoje (12), durante uma conferência de imprensa, onde os funcionários foram pedidos a criar estratégias para a negociação com o ministro das finanças.
Quintino Soares Cassamá disse que a greve foi iniciada depois de Fadia ter despachado uma nota autorizando a integração dos funcionários da economia no mapa de adiamento de contribuição industrial.
“No ano 2014 o ministro das finanças, Geraldo Martins, produziu um despacho onde contemplou Plano Integração Regional no mapa de incentivo de adiamento de contribuição industrial e este ano o sindicato de base de finanças alega que, o Ministério da Economia e Finanças já divididos, então obrigatoriamente tem que excluir os funcionários de economia no mapa de incentivo de adiamento de contribuição industrial, o ministro da economia fez uma nota e o ministro das finanças fez uma nota e despachou e autoriza a reintegração no mapa de adiamento de contribuição industrial e a partir desta reintegração o sindicato de finanças inicia a greve constantemente só para sindicato de economia sair no mapa de adiamento de contribuição industrial”, explica.
Para o Presidente do Sindicato de Base da Economia, Quintino Soares Cassama, está solidário com o Ministro das Finanças pelos trabalhos que está a ser realizado.
“No controlo de folha A4 verificara-se muitas anomalias, e este é conjunto de trabalho que o ministro está a levar a cabo que o sindicato não ficou bem está a arranjar argumento”
Em relação a posição assumida, esta segunda-feira, pelo Sindicato de Base do Ministério da Economia, Plano e Integração Regional, a Rádio Sol Mansi tentou ouvir a reacção do sindicato dos trabalhadores do ministério das finanças, mas que prefere falar amanhã porque pondera realizar, amanha, uma conferência de imprensa.
Por: Bíbia Mariza Pereira
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