REUNIDO CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA PARA ANALISAR A SUPOSTA DETENÇÃO DE UM OFICIAL

O primeiro-ministro reuniu hoje o primeiro Conselho Nacional de Segurança da X legislatura, para analisar os assuntos relacionados com a segurança do país.

À saída da reunião que durou um pouco menos de três horas, no palácio do governo, o ministro do Interior Juliano Fernandes justificou que o encontro deve-se ao período que o país está a travessar neste momento.

“ Criou-se esta oportunidade para que os todos os membros dos órgãos que representam as diferentes instituições da República da Guiné-Bissau que têm o dever com a questão da gestão e da garantia da segurança no país, para que todos nós em conjunto reflectíssemos sobre o estado da segurança que é preciso para que o país assegure todas essas garantias que são requeridas para que o país de facto possa considerar-se seguro”, diz para depois reforçar que “ trocámos impressões sobre a situação de segurança em geral e todos nós convergimos no sentido de que é preciso reforçar a articulações interinstitucional entre todas as instituições que nós aqui representamos”.      

Questionado se na reunião falou-se da questão da suposta detenção de um alto oficial do Serviço de Informação e Segurança, Juliano Fernandes, disse que “é um caso cujos contornos não serão preocupantes, porque o suposto oficial não está detido, mais está numa situação apenas para esclarecer uma ocorrência”.

Contudo o titular da pasta do Interior sublinhou que “o país está seguro, agora isso não deve inibir-nos enquanto responsáveis de continuarmos a pensar a nossa segurança, como reforçá-la e como garantir ainda mais porque a segurança é um valor que nós temos que cuidar para que o país possa respirar e funcionar e os programas do desenvolvimento possam avançar”.

Na reunião para além do primeiro-ministro, Aristides Gomes, estiverem presentes os Ministros da Defesa, da Justiça, de Administração Territorial e da Economia e Finanças.

A reunião ainda contou com a presença do Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, Procurador-Geral da República, directora da Polícia Judiciária, director do Serviço de Informação e Segurança, Comissário-geral da Polícia da Ordem Pública e da Guarda Nacional.

Por: Braima Sigá

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