PR DIZ QUE ELECTRICIDADE É UMA DAS PRINCIPAIS ALAVANCAS PARA DESENVOLVIMENTO
O Presidente da República, José Mário Vaz, disse, ontem (04), que a principal alavanca para o desenvolvimento nacional, para além da agricultura é a energia eléctrica “um elemento indispensável para o desenvolvimento económico e social de qualquer país”
Mário Vaz falava, em saltinho, Região de Tombali, sul do País, no lançamento oficial do Projecto de construção de centro de interconexão das redes eléctrica dos estados membros da OMVG, nomeadamente Guiné-Bissau, Guiné-Conacri, Senegal e Gambia.
O presidente diz ainda que o projecto Energia da OMVG se inscreve “perfeitamente” no roteiro da iniciativa da União Africana sobre energias novas e renováveis.
“A realização da subestação de Saltinho oferece sem sombra de dúvidas a oportunidade de conectar os sistemas de distribuição de electricidade com vista ao desencravamento energético das regiões, setores e comunidades rurais”, diz o presidente.
O referido projecto tem como foco fornecer aos países membros energia limpa renovável de baixo custo dinamizar o mercado da electricidade através da partilha dos recursos hidroeléctricos da sub-região e a integração, reduzir de maneira apreciável o consumo da energia fóssil preservando deste modo o meio ambiente contribuir para a integração sub-regional e favorecer o desenvolvimento económico.
Para o Ministro da energia, António Serifo Embalo, o lançamento do referido projeto é uma oportunidade para atenuar a pobreza no país.
Entretanto o representante do BAD - Banco da África Desenvolvimento - Amet Baciro Djaló, diz que o projecto vai transformar a situação de electricidade na Guiné Bissau.
Dentre quatro países de sub-região beneficiários à Guiné-Bissau foi o primeiro, que beneficia de linha de interconexão.
As linhas de transporte de electricidade 225KV em laço equipa de 36 pares de fibra óptica 1677km dos quais 183 na Gambia, 575km na República da Guiné conakry,218 km na Guiné-Bissau e 701 km no Senegal, 15 postos de transformação alta e média tensão dos quais 2 na Gambia, 5 na República da Guiné, 4 na Guiné-Bissau e 4 no Senegal, financiador (BAD) junto com outras organizações de África duração realizações previsto 18 meses.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos
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