PR CESSANTE EMPOSSA ELENCO GOVERNAMENTAL DE FAUSTINO IMBALI
O Presidente da República cessante, José Mário Vaz, disse que o país pode realizar as suas próprias sem necessidade de interferências externas que desrespeitam e desconsideram as Leis e as Instituições nacionais
No acto da posse do novo elenco governamental nomeado por ele a ser liderado de Faustino Fudut Imbali, composto por 17 ministros e 13 secretarias de Estado, o PR cessante disse que o governo de Fudut Imbali deve trabalhar para que sem falta a eleição tenha lugar a 24 de Novembro e mostrar ao mundo que os guineenses são capazes de resolver os nossos problemas e de organizar e gerir os próprios processos internos de forma justa, livre e pacífica.
“Eu estou seguro de que vós sois capazes de atingir os objectivos traçados, com patriotismo, isenção, justiça e sentido de Estado, no diálogo permanente com todos, sem excepção, porque todos devem ser iguais e merecer igual tratamento. Contrariamente ao que estava a fazer o governo precedente, devem trabalhar de forma diferente, com transparência, mostrar que é possível fazer de forma diferente e honesta, sem manipulações e sem procurar beneficiar um ou outro candidato”.
Mário Vaz alerta que o país atravessa um dos momentos mais decisivos da sua história recente porque alguns actores internos e externos pretendem impor ao país uma espécie de “tutela internacional”, hipotecando a Soberania nacional.
“O nosso país atravessa um dos momentos mais decisivos da sua história recente. Após termos conquistado a nossa independência com heroísmo, bravura e destemor, há 46 anos, hoje, alguns actores internos e externos pretendem impor-nos uma espécie de “tutela internacional”, hipotecando a nossa Soberania e impedindo-nos de pensar pela nossa própria cabeça e de caminhar com os nossos próprios pés”.
Para o presidente, hoje o país está perante uma nova maioria parlamentar, consubstanciada no acordo de incidência parlamentar de três partidos, nomeadamente, MADEM, PRS e APU-PFGB que visa “salvar a Guiné-Bissau das garras de interesses obscuros que querem aprisionar e sem benefícios para o nosso povo e transformar o nosso país num paraíso para o tráfico de droga e outras práticas ilegais”.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos
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