PESSOAL CONTRATADO DO HNSM QUEIXA DO PATRONATO NA INSPECÇÃO-GERAL DO TRABALHO
O presidente do Sindicato do Pessoal Contratado de Saúde confirmou, esta quinta-feira (02 de Maio), ter intentado uma acção junto da inspecção-geral do trabalho contra a direção do Hospital Nacional Simão Mendes (HNSM) devido a expulsão de alguns pessoais
Por isso, o sindicato do pessoal contratado de saúde começou uma greve, no passado dia 30 de Abril, que vai até o dia 10 de Maio, exigindo ainda ao patronato reintegração de pessoais contratados expulsos, pagamento de três meses de salario em atraso.
Ainda o sindicato exige da direção do HNSM a efectivação de alguns pessoais, a melhoria de condições dos serviços e o pagamento de dois anos de premio dos exatores e subsídio de vela dos funcionários contratados.
A efectivação de alguns pessoais, a melhoria de condições de serviços e o pagamento de dois anos de premio dos exatores e subsídio de vela dos funcionários contratados, são um dos pontos em reivindicação.
Durante uma entrevista, esta quinta-feira (02), o presidente do sindicato, Reinaldo Camala, diz que uma das principais causas da greve é a retalhação que os seus associados estão a sofrer por parte da direção do HNSM.
“Já afastaram 29 seguranças do hospital, sem desfazer dos anteriores com uma divida de três meses de salario”, conta sindicalista explicando que mantiveram um encontro com a direção sobre este assunto mas mostraram que esta situação não tem volta e segundo o “este fato tem a ver com as suas reivindicações sobre a melhoria de condições de trabalho”.
Reinaldo Camala explica ainda que já deram entrada a uma queixa, na Inspecção-Geral do Trabalho, e “vamos ver com os inspectores para nos mandar para o Ministério Público”.
A greve terá duração de 9 dias e segundo o presidente do sindicato já tem aderência dos 99% dos seus associados, com o serviço mínimo.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Anézia Tavares Gomes
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