PAIRAM INCERTEZAS SOBRE VALIDADE DO PRESENTE ANO LECTIVO

Continua incerteza sobre a nulidade ou não do presente ano lectivo (2018/2019). O calendário escolar previa 180 dias lectivos e os alunos das escolas públicas apenas tiveram cerca de 70 dias das aulas devido às sucessivas greves dos sindicatos dos professores

Numa ronda, na manhã de hoje (22), nas escolas públicas da capital Bissau, o subdirector do liceu Rui Barcelos da Cunha, Justino João Có, interpelado pela Radio Sol Mansi (RSM) sobre o assunto revelou que neste momento as actividades da docência estão suspensas nas escolas públicas a espera da posição do novo titular da pasta da educação sobre o ano escolar.

Já a directora da escola do ensino básico unificado de Hafia, Elsa Insali da Fonseca, garantiu a RSM que no seu estabelecimento os alunos do primeiro e secundo ciclo já realizaram o exame final.

Depois da entrada em função do novo governo, o ministro da Educação Nacional, Dautarim da Costa, elege como prioridade "a salvação do ano lectivo", o facto já mereceu a reacção por parte do Movimento estudantil denominado “Carta 21”.

Esta manha, em conferência de imprensa, Franique José da Silva, considera de ofensa a salvação deste ano lectivo. Para ele a nulidade deve ser de forma parcial.

“Que o ministro pare com esta ideia maluca de tentar salvar o ano porque a longo prazo não irá ajudar o país. Neste ano sairão futuros governantes e portanto quem sair mal irá servir mal o país como os nossos actuais governantes estão a fazer”, sustenta.

Segundo o titular da pasta da educação, o plano de salvação do ano lectivo consiste em identificação dos conteúdos essenciais de cada disciplina, garantir a sua implementação, avaliar como foram administrados e desta forma proceder à avaliação final dos alunos sem pôr em causa o próximo ano lectivo.

Dautarim pretende que o ano comece antes do mês de Outubro próximo.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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