ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZAM SESSÕES DE «DJUMBAIS» PARA AJUDAR A EVITAR MANIPULAÇÃO DE VOTOS

 

As organizações da sociedade civil realizam sessões de djumbais da cidadania de apoio ao processo eleitoral. Os colóquios realizados nas diferentes regiões do país e nos quatros bairros de SAB, são para ajudar na escolha do novo presidente da república

Nesta fase são realizados djumbais nas regiões de Bolama Bubaque, e quatro no Sector Autónomo de Bissau (SAB) por uma equipa formada pelas 12 pessoas oriundos das organizações da sociedade civil.

Um dos bairros beneficiário desta sessão é o bairro de Antula, esta quarta-feira, onde a facilitadora, Maria da conceição Fernandes Ferreira, membro da rede das mulheres mediadoras da GB, durante uma entrevista à Rádio Sol Mansi, explicou o que pretendem com esta actividade.

“O objectivo do «djumbai» é de contribuir para pacificação do processo eleitoral e criação das condições para uma convivência sã entre os Guineense e para isso estamos a desenvolvemos estas acções de sensibilização no sentido de não serem manipulados por atitudes que possam minar a paz e estabilidade”, realça esta activista da sociedade civil destacando ainda que com isso pretendem “reforçar” o conhecimento e a consciência dos cidadãos no domínio da cidadania e a importância do voto.

“Divulgar os conteúdos do pacto de estabilidade e os códigos de conduta e ética eleitoral para as eleições presidenciais 2019, assinados pelos candidatos e os seus representantes, troca construtiva de informação sobre tema e sensibilização sobre direitos e deveres dos cidadãos, sobre a constituição da Guiné-Bissau, seu sistema politico, suas instituições democráticas e funcionamento de estado”, são pontos apontados pelo responsável.                                              

Um dos beneficiários do «djumbai», moradora do bairro de Antula, Adama Pereira, mostrou a sua satisfação com este encontro e falou de que maneira vai contribuir na sua vida.

“ Fico muito contento com esta sessão de formação porque o voto é um direito de todos como cidadãos, as mulheres são as que menos estão informadas sobre processo de votação, se fomos ver os números de votantes encontraremos menos número de mulheres”, lamenta a participante que afirma que o encontro vai ajudar no dia-a-dia como cidadão e saber como pode lidar com algumas situações indesejáveis.

Os «djumbais» foram divididos em seis sessões, onde na primeira fase aconteceu antes do processo da votação do dia 24 de Novembro, nas regiões de Oio, Cacheu, Gabu, Biombo e Tombali no sentido de consciencializar, responsabilizar e engajar civicamente os jovens, mulheres, líderes tradicionais e religiosos.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Anézia Tavares Gomes

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