OIM ALINHA PROGRAMA DE MIGRAÇÃO COM POLÍTICAS PÚBLICA DO GOVERNO

Com o objectivo de alinhar os programas de migração a política pública e o plano de acção do pacto global para a migração segura, o ministério dos negócios estrangeiros iniciou hoje (28/1) a conferência sobre a emigração cujo lema é “ Guiné-Bissau e a sua diáspora”.

Segundo a Organização Internacional de Migração (OIM), o quadro da diáspora guineense é negro, não oferece nenhuma segurança e deixa ainda os guineenses emigrantes muito desprotegido em todos os níveis.

A cerimónia de abertura da conferência foi presidida pelo director-geral da política externa João Soares afirmou que é muito importante que seja criada condições para que a diáspora guineense se sinta em casa.

“ Este encontro é um marco importante, indelével no nosso relacionamento com a diáspora. Em termos numéricos, as remessas dos emigrantes são três vezes maior do que a ajuda pública ao desenvolvimento, isto é colossal, é muito importante porque em relação a Guiné-Bissau, as remessas constituem 75 milhões de dólares americanos e a tendência será de crescer por isso, o governo considera que é importante que seja criada as condições para a diáspora se sinta em casa”, afirmou.

Por seu lado, o secretário de estado das comunidades Bacai Sanhá sublinhou que a dimensão a que chega o fenómeno de migração perturba todos os estados africanos sobretudo após o relatório da organização Amnistia Internacional. “Também é do interesse do governo promover uma nova visão para migração na base de inclusão e participação dos actores que lutam para uma migração serena, ordena e regular na Guiné-Bissau”.

A chefe da missão da Organização Internacional de Migração Laura Amadoria disse que o envolvimento eficaz da diáspora exige que os países dediquem financiamento adequados.

“ Em escala global, o contributo da diáspora ao desenvolvimento dos países da origem é extremamente importante. A OIM reporta que as remessas globais foram estimas em 528 bilhões d dólares americanos ou seja, contribui a diáspora com as remessas para mais de três vezes ao valor de ajuda internacional”, anunciou.

A Guiné-Bissau, enquanto país integrado no processo de globalização, deve alinha imperativamente com dinâmica de novos desafios de maneira a poder respirar saudavelmente neste novo mundo, recomenda a Organização Internacional de Migração.

Por: Nautaran Marcos Có

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