MULHERES DE DIFERENTES QUADRANTES SOCIAIS DO PAÍS HOMENAGEAM A HEROÍNA TITINA SILÁ

A primeira-dama do país afirmou que ao longo da história da Guiné-Bissau as mulheres tiveram sempre um papel importante e a luta pela igualdade do género, é contínua pela sobrevivência.

Maria Rosa Vaz que falava esta quarta-feira (30 de janeiro) no acto de comemoração de 46 anos do assassinato da heroína Titina Silá diz igualmente que “ a nossa luta é diária e contínua pela sobrevivência no mundo ainda dominado pela masculinidade a nível mundial. Mas nós as mulheres pelas nossas capacidades de pensar muitas vezes analisámos problemas em todas as vertentes e sempre com objectivo de encontrar soluções e acredito que representámos a esperança para os nossos filhos e o futuro da nossa sociedade”.

Por outro lado, sublinhou que a sociedade deve ser mais justa e igualitária para as meninas sem descriminação social, económica ou cultural, tendo adiantado que “ não podemos continuar a permitir que as meninas sejam mais prejudicadas porque têm que ajudar na tarefa de casa”, aconselhou.

Entretanto, a ministra de saúde Maria Inácia Sanhá reconheceu que ainda há desafios e barreiras para contornar em torno na verdadeira emancipação e a autonomização das mulheres.

“ Portanto, quero aqui expressar a minha determinação para a melhoria dos estatutos económicos, politico e social das mulheres guineenses cooperando proficuamente com todas as instituições na materialização da nossa bíblia que é a política nacional de igualdade e equidade do género e na divulgação ampla da lei de paridade a nível nacional para ascensão das mulheres nas esferas de tomada de decisões”, prometeu a ministra.

Durante a cerimónia foram depositadas coroas de flores pela primeira-dama e pelas diferentes organizações nacionais das mulheres.

Por: Nautaran Marcos Có

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