Ministro do comércio: FUGA DE CAJU PARA PAÍSES VIZINHOS CONDICIONA CAMPANHA DE COMERCIALIZAÇÃO

O Ministro do Comércio do governo em gestão disse que o fenómeno da fuga da castanha de caju para os países vizinhos, está a condicionar a boa campanha de comercialização deste produto estratégico do país.

“A fuga este ano, não diz respeito apenas as regiões leste e norte. Tradicionalmente, na região sul, a castanha de caju vem da vizinha Conacri para Guiné-Bissau, este ano, estamos a deparar com o fenómeno inverso, temos a fuga de Guiné-Bissau para Conacri e sobretudo a situação da jangada em Tchetche está agravar mais a situação”, revelou Tcherno Djalo.

Tcherno Djalo falava à imprensa na sua instituição durante a entrega de 12 motorizados aos delegados regionais do comércio para o combate à fuga da castanha de caju.

Em relação a exportação, Djalo falou da dificuldade desta actividade devido à saída da empresa Maersk, mas para fazer face esta situação, anunciou que o executivo optou pela empresa Graner para exportar o maior produto para o mercado internacional.

“Por outro lado o que vai dificultar este ano a campanha, é a questão da exportação”, diz adiantando que “ com a saída da Maersk, optamos exportar com a Graner, qualquer coisa como 100 mil toneladas que vai mitigar a saída de Maersk. Neste momento, temos dois navios no porto de Bissau para exportar e cinco ao caminho”, referiu o governante.

Para salvar a presente campanha de comercialização da castanha de caju, Tcherno Djalo, pediu a interacção entre as instituições do estado e sobretudo aos 400 fiscais ao nível nacional.

“Para salvar esta campanha, foi necessário de fato que houvesse uma interacção entre todos os sectores do estado e neste momento, temos 400 fiscais e forças da corporação da guarda nacional no terreno para estancar a hemorragia da castanha de caju a fim de atingimos as 200 toneladas”, aponta Djalo.

Tcherno Djalo ministro do Comércio do governo em gestão garante também tudo fazer para que a campanha de comercialização tenha êxito e sobretudo alcançar 200 toneladas exportadas no ano passado, mesmo com as dificuldades encontradas no terreno.

Por: Marcelino Iambi

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