MINISTÉRIO DA MULHER LANÇA PLATAFORMA DAS MULHERES EMPREENDEDORAS NA ÁFRICA

O ministério da Mulher, Família e Protecção Social lançou esta terça-feira (22/10) o projecto “Plataforma 50 milhões de Mulheres têm a palavra em África” cujo objectivo principal é de criar uma plataforma digital dinâmica de trabalho em rede com mulheres de 36 países africanos.

A plataforma vai ainda permitir às mulheres empreendedoras desenvolverem competência de informação comercial para seguir as tendências do desenvolvimento no seu contexto regional e mundial com vista a garantir a sustentabilidade de suas empresas.

A cerimónia de abertura foi presidida pela ministra da Mulher Cadi Seidi que na ocasião afirmou que o projecto vai trazer mais-valia na vida das mulheres praticantes de comércio e que lutem incessantemente contra inúmeros obstáculos ligado ao género tais como: baixo nível de instrução e formação empresarial, a debilidade de direito de propriedade que as impedem dispor de garantias e activos.

“ Este projecto, vai ajuda-las com mecanismos que possam contribuir positivamente para alcançar um nível alto de negócios e muitas que são marginalizadas por serem mulheres e considerando-as sem capacidades de gestão de fundos para um possível retorno, vão ter a possibilidade de poderem intercambiar com outras mulheres de sub-região e da África em geral”, acrescentou a ministra.

A presidente da rede das mulheres empreendedoras Munira Jauad solicitou que a CEDEAO veja as mulheres para que possam obter créditos de longa duração. “ Sabemos que a mulher na Guiné-Bissau tem uma particularidade muito impar em relação ao resto da africa subsaariana porque são elas responsáveis pela alimentação e educação dos filhos”.

Entretanto, a presidente da Associação da Mulheres de Actividades Económicas- AMAE- Adama Djaló assegurou que os factores históricos e culturais fragilizam a participação activa de mulheres de igual forma com os homens.

Este projecto está a ser implementado em 36 países de África e conta com o financiamento do Banco africano de desenvolvimento.

 

Por: Nautaran Marcos Có

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