MESTRE EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO AFIRMA QUE É PRECISO INTERVENÇÃO URGENTE DO GOVERNO NA UAC

O Comentador Permanente da Rádio Sol Mansi (RSM) para os assuntos de Educação, Lamine Sonco, afirma que para as condições que a Universidade Amílcar Cabral (UAC) atravessa necessita e com urgência, de uma intervenção por parte do governo.

Os estudantes da Universidade Amílcar Cabral paralisaram as aulas mais de uma semana, reivindicando a legitimação da própria universidade, o pagamento dos professores, o reequipamento das salas em carteira e instalação de uma rede de internet, entre outros.

A RSM falou com o seu comentador permanente dos assuntos da Educação, Lamine Sonco, disse que ninguém pode estar numa casa onde não se sente confortável e segundo ele a reivindicação é muito lamentável.

“Quando falamos de uma universidade pública que é o único no país, para a condições que a universidade deve ter, que os próprios estudantes estão a exigir as condições neste momento e deve ser da extrema urgência para a parte do governo para poder resolver esta situação”, disse.

O comentador sustenta ainda que a reivindicação que os estudantes estão fazer é de legitimo direito, “porque não podem estar numa casa e não estarem confortáveis”

Na entrevista exclusiva a RSM Lamine Sonco, afirma que é uma “extrema preocupação”, porque se podemos ver esta reivindicação e esta queda e aulas não está a funcionar neste momento, quando é que vão repor este conteúdo que estão a perder e acho que estamos a correr risco do amanha de Homens que estamos a criar para nossa sociedade.

Para ele, esta é uma questão que poderia ser resolvida em 3 dias e é “lamentável” isso é uma coisa que dizemos que é inédita no caso da Guiné-Bissau e qualquer que seja professor para fazer planificação da aula precisa de entrar na internet e precisa de pesquisar.

Entretanto, sobre o mesmo assunto o Presidente da Associação Académica da Universidade Amílcar Cabral, Joviecson Nunes Correia, disse que mesmo retomando aulas, vão continuar a fazer advocacia e manifestações, para aprovação do estatuto e para que o governo preste atenção a universidade.

“Nós desde o princípio estamos a permitir negociação. Nós solicitamos encontro com a reitoria, e apresentamos problemas e com proposta de solução daquele problema, e nós estamos a reivindicar melhores condições para podermos continuar as aulas e também tem parte que vimos que não depende da reitoria e é da responsabilidade do governo”, explica.

Ele disse que no nosso caderno reivindicativo não constam só questões da carteira e do pagamento dos professores, mas as questões da legítima Universidade Amílcar Cabral, a aprovação do seu estatuto no conselho de ministros.

“Mesmo retomando aulas vamos continuar com a advocacia, e manifestações para que seja cumprida a parte de aprovação do estatuto e também para que o governo presta atenção a universidade Amílcar Cabral”, adverte.

As aulas na Universidade Amílcar Cabral estão paralisadas há mais de uma semana, reivindicando a colocação de carteiras, internet e aprovação dos estatutos da própria universidade.

 

Texto & Imagem: Bíbia Mariza Pereira

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