MEMBROS NÃO PERMANENTES DA CNE AVISAM QUE AS ELEIÇÕES DE 4 DE JUNHO PODEM NÃO SE REALIZAR
As considerações foram feitas esta quarta-feira durante uma vigília em frente as instalações da CNE, que visa reclamar o pagamento de cerca 163 milhões e 350 mil francos CFA das eleições simultâneas de 2019.
Hélio Vieira Mendes sustenta a ideia da não participação dos membros não permanentes no processo eleitoral, uma vez que até então não foram empossados.
“Nenhum membro não permanente está na comissão nacional das eleições porque não tomaram posse ainda por isso essa eleição corre serias de riscos de não se realizar na data marcada devido vários fatores começado com o não pagamento dos membros”, alertou o coordenador dos membros não permanentes da CNE e CREs.
Perante o cenário que se avizinha, o coordenador dos membros não permanente da CNE e CREs disse que a situação levará a uma desconfiança séria, perante o escrutínio de 4 de junho.
“Neste momento há desconfiança grande quanto o processo eleitoral porque nós como parte integrante devíamos fiscalizar o processo como uma parte da nossa competência mas não está a verificar-se na realidade”, destacou Hélio Vieira Mendes.
Em relação à dívida em causa, Hélio Mendes considera de má-fé o não pagamento da dívida por parte do governo.
“O montante em causa ronda em 163 milhões e 350 mil francos CFA uma vez que no orçamento global que a Comissão Nacional das Eleições na altura o governo devia entrar com 3% enquanto o resto é com os parceiros fato que o executivo até então não liquidou a verba”, lamentou o coordenador da comissão dos membros não permanentes da CNE e CREs.
213 Membros não permanentes da CNE e CREs reclamam o pagamento de 163 milhões e 350 mil francos CFA das eleições simultâneas de 2019.
Por: Marcelino Iambi
- Created on .