MAIS DE TRINTA MIL TONELADAS DE CASTANHAS DE CAJÚ CONTINUA AINDA NOS ARMAZÉNS DO PAÍS
O presidente de conselho de administração da confederação nacional de atores de fileiras de caju, aponta a má qualidade de castanhas de cajú como fator peincipal da não exportação de grande quantidade deste produto.
O responsável falava esta terça-feira em Bissau, durante a confêrencia de imprensa realizada após a fornalidade de assinatura de termo de posse de membros da Confederação Nacional de Atores da Fileiras di Cajú.
Agnelo Regala Lima Gomes, perante associados e membros de governo presentaes no ato, aponta ainda a má qualidade de pumares de cajú como outo fator que condiciona a qualidade de castanhas de caju.
“Alé de má qualidade de pomáres, também há uma outra situação que é a má conservação do produto pelos produtores”, disse.
O recém-nomeado, presidente de conselho de administração da organização,Agnelo Regala Lima Gomes, considera que o objetivo da sua organização e de melhoras o negócio de cajú.
“Objetivo principal desta confederação como eu disse, é de melhorar e proteger o negócio deste produto”, afirmou Lima Gomes, considerando que a peodução de cajú deve ser melhorada para permitir o melhor escuamento.
A organização quer a maior aposta na produção de alta qualidade de cajú mediante mediante missões de divulgação e ensinamentos de boas práticas intensivas nas zonas rurais e garantir resultados mais satisfatória da qualidade de castanha.
Por: Ussumane Mané
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