LGDH QUER CONCLUSÃO DOS INQUÉRITOS DOS ASSASSINATOS NO PAÍS
A Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) insta o Ministério Publico para concluir o inquérito o mais rápido possível sobre os assassinatos ocorridos no país e ainda sobre os conflitos de posse de terra
Depois do encontro com o Procurador-Geral da República (PGR), o Presidente da Liga que zela pelos direitos humanos, Augusto Mário da Silva, insiste que o inquérito deve se avançar para dar mais tranquilidade aos cidadãos guineenses.
“Falamos da necessidade de apressar o combate a impunidade que passa necessariamente pela condição do julgamento da situação ou dos suspeitos de prática de algum crime, também falamos sobre o caso de conflito da posse da terra e dos assassinatos. Insistimos na necessidade do inquérito ser avançado e concluído no melhor prazo possível que é para efectivamente devolver a tranquilidade aos cidadãos e passar a imagem que o compromisso do Ministério Publico é combater a impunidade”, explica.
Augusto Mário da Silva disse ainda o procurador garantiu que vai ser feito o possível levar ao julgamento todos os casos denunciados e que têm facto elementos para serem conduzidos ao julgamento.
A Liga manifestou a estranheza em relação a informação passada pelo antigo Procurador-Geral da Republica em como o processo do inquérito sobre o assassinato de antigo Presidente da Republica teria sido arquivado.
“O Procurador-Geral da Republica informou-nos de que o processo não foi arquivado e está a seguir o seu trâmite normal mas têm algumas dificuldades em termos de tramitação processual”, sustenta.
O Presidente da Liga explica que o Procurador prometeu diligências para traduzir à justiça as pessoas envolvidas nos casos de assassinatos e conflito de posse de terra que também já provocou vários mortos e feridos.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Bíbia Mariza Pereira
Imagem: Bíbia Mariza Pereira
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