Legislativas de 04 de junho: ANALISTA ALERTA QUE ATUAL LIDERANÇA DA CNE PODE DESACREDITAR TODO PROCESSO ELEITORAL
O analista político igualmente comentador permanente da Rádio Sol Mansi para os assuntos políticos, Rui Jorge Semedo, alerta pela credibilidade da Comiss]ao Nacional das Eleiç]oes (CNE) e diz duvidar da realização das eleições legislativas marcadas para o próximo 4 de junho deste ano 2023.
O politólogo falava em entrevista à Rádio Sol Mansi, em análese as últimas declarações do Presidente da República Umaro Sissoco Embalo, sobre a não alteração da data de realização das legislativas próximas.
Rui Jorge Semedo, aponta a situação da liderança da Comissão Nacional de Eleições, instituição gestora dos processos eleitorais, o que segundo o analista pode desacreditar todo o processo eleitoral.
“Há alguns constrangimentos a volta das eleições legislativa, por exemplo, a atual liderança da Comissão Nacional de Eleições que continua ainda em debate, o que no futuro poderá desacreditar este processo”, avisa.
O Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, tinha avisado nesta semana, que não ia marcar uma outra nova data para a realização das eleições legislativas previstas para 04 de junho.
Apesar de duvidar da concretização desta data, o politólogo Rui Jorge Semedo, alerta para as futuras consequências pôs eleições.
“Podemos ter as eleições na data prevista, mas à margem da legalidade”, reconheceu o analista permanente da Rádio Sol Mansi.
Relativamente a imagem do Presidente da República junto com o do Coordenador Nacional do MADEM-G15, hasteadas numa das sedes desta formação política, o analista Rui Jorge Semedo, considera de violação da Constituição da República.
“Esta é uma violação da Constituição da República. Não é a primeira vez que o presidente da República tem perecido nas atividades partidárias inclusive do MADEM-G15”, disse.
Refira-se que continuam ainda os preparativos para as realizações das eleições legislativas de 4 de Junho deste ano. E esta foi a segunda data marcada para o escrutínio das legislativas e, depois do Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, ter dissolvido o parlamento da nona Legislatura, cuja vitória coube ao PAIGC.
Por: Ussumane Mané
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