JORNALISTAS LUSÓFONOS DEBATEM SITUAÇÃO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL GUINEENSE

 

Mais de cinquenta jornalistas debatem durante todo o dia de hoje (26 de Outubro) situação de comunicação social guineense, no Quinto encontro da comunicação social dos países e territórios de língua portuguesa.

O objectivo desta reunião é promover a reflexão sobre os modelos de regulação da comunicação social existentes no espaço lusófono, bem como procurar em conjunto as melhores formas e necessária específica do sector da média em cada um dos respectivos países.

O Presidente do Conselho Nacional de Comunicação Social da Guiné-Bissau, Ladislau Imbassa, diz que o encontro de hoje visa estudar, analisar e discutir e por último conseguir sair com um resultado interessante, tendo sublinhado depois que “ é importante estamos neste encontro para estudar, discutir e analisar e por fim se vamos conseguir sair com um resultado interessantes, que vai permitir o país e outros países de CPLP no sentido de ponto de vista legislativo e político de comunicação social entre outros”.

Os resultados do encontro vai ser partilhado com as autoridades, para procurar melhores vias possíveis para “poder tratar e lidar da melhor forma com o fenómeno de comunicação social”, sublinhou Ladislau Imbassa

O responsável afirmou igualmente que a conclusão e recomendações vai ser partilhado com as autoridades competentes na matéria “com todos os sectores da sociedade guineense, para ver vias possíveis para poder tratar e lidar da melhor forma com o fenómeno de comunicação social, para mais adiante considerar que “é um sector fundamental, é indispensável para coesão nacional e para progresso e para bem-estar, para consolidação de democracia e estado direito no país, portanto é um sector que merece atenção especial de parte de conselho e da instancia de regulação de comunicação social e mais países de CPLP”, concluiu.

Comunidades Plataforma das entidades reguladoras estão a trabalhar para que os países lusófonos tenham uma comunicação social, forte, livre e independente. 

Por: Bibia Marisa Pereira

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