GUINÉ-BISSAU, ANO AGRÍCOLA 2019 RENDE 6% EM RELAÇÃO AO ANO PASSADO

O ministério de agricultura estima que ano agrícola 2019 rendeu seis (06) por cento em relação ao ano 2018 relativamente a produção daquele que é produto essencial da cexta básica da população guineense «cereais».

Dados foram revelados pela titular da pasta, Nelvina Barreto, durante a conferência de imprensa realizada, na sede da direcção geral da Prevenção Vegetal, em Bissau, para fazer balanço dos seis meses à frente desta instituição agrícola.

“Temos uma produção agrícola em termo de cereais; arroz, milho, e fundo onde foi estimada uma produção de duzentas e quarenta mil toneladas (240.000 t), esta quantidade representa em comparação ao ano anterior um aumento para 6 por cento de produção, ou seja, produção daquilo que é produto essencial da cexta básica da população da Guiné-Bissau conseguiu aumentar 6 porcentos”.

Questionada sobre a entrada da água salgada nas bolanhas que nos últimos anos está a contribuir no aumento da desmatação das florestas para actividades agrícola, Nelvina Barreto disse que actualmente todos os projectos de apoios ao sector agrícola têm a parte da protecção das bolanhas sobre a entrada da água salgada.

“Há uma preocupação que é de garantir acima de tudo a segurança alimentar e nutricional, esta é a nossa primeira missão e em função deste vejamos as questões das bolanhas afectadas pela água salgada que já estamos a tentar minimizar, é por isso que neste momento todos os projectos agrícolas que estamos a tentar negociar tem esta parte da protecção da entrada da água salgada nas bolanhas agrícolas, mas também, estamos a analisar com a Republica Popular da China, possibilidade de nos apoiar na tecnologia que impede que a água salgada danifique a cultura do arroz", explica.

No que se refere a corte ilegal dos troncos de grande porte nas florestas, Nelvina Barreto afirmou que tem a consciência clara de que neste momento está a ser praticada essa actividade, mas os mecanismos legais estão a ser adoptados para melhor controlar as práticas nefastas nas matas do país.

“Para ser honesto, temos a consciência de que muita actividade ligada a corte das árvores, tanto através dos grupos ou das pessoas que já estão identificado algumas delas e estamos a trabalhar com o ministério do Interior, através da Brigada da Protecção da Natureza (BPN), para identificar. Sempre há denuncias e direcções regionais da agricultura particularmente delegacias das florestas estão informados com as orientações claras para proceder com os trabalhos da sensibilização das comunidades, porque sem a sensibilização das comunidades rurais, nenhuma actividade de corte das árvores pode ser realizada e esta moratória instituída pelo governo para um período de 5 anos que vai terminar em dezembro deste ano [2020], podemos instituir mais 3 anos, mas, no entanto, sem a colaboração dos cidadãos não podemos fazer nada e nem podemos garantir o sucesso desta meritória”, sustenta.      

Em 2015, na sequência das denúncias de desmatação abusiva no período de 2012-2014, o governo adoptou uma moratória por um prazo de cinco anos sobre a exploração florestal na Guiné-Bissau.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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