Dia internacional das tartarugas marinha: IBAP APELA REFLEXÃO SOBRE AMEAÇA

O Instituto da Biodiversidade e Áreas Protegidas (IBAP) pediu uma reflexão profunda sobre ameaças das tartarugas marinhas no país.

A situação das tartarugas marinhas na Guiné-Bissau é estável apesar de existirem “muitas ameaças”.

Justino Biai, director-geral do IBAP disse que o momento não deve servir só para celebração mas sim uma reflecção profunda sobre as ameaças a volta da tartaruga marinha.

“ Este dia não deve servir só para celebração, mas é um momento de reflexão sobre problemáticas, ameaças e potencialidades, acima de tudo a importância que existe a volta das tartarugas marinhas, porque tem uma ecológica e além disso alimenta os peixes” diz.

O apelo do IBAP foi transmitida hoje pelo seu director-geral durante a jornada do dia internacional das tartarugas marinhas comemorado hoje sob lema “ todo o mundo ama e salva as tartarugas”.

Para Nicolau Mendes director executivo da ONG palmeirinha, é preciso mudar a estratégia e contornar esta situação das ameaças nas tartarugas.

“É preciso mudar as estratégias das mobilizações sociais, mudanças de atitudes sobre as ameaças nas tartarugas marinhas” acrescentando que deve se trabalhar para mudar este comportamento que não é aceitável na sociedade.

Situação das tartarugas marinhas na Guiné é estável mas existem ameaças

Entretanto, a investigadora do Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP), disse que a situação das tartarugas marinhas na Guiné-Bissau é estável apesar de existirem "muitas ameaças".

Segundo a investigadora Aissa de Barros, a Guiné-Bissau acolhe cinco das sete espécies de tartarugas marinhas que existem no mundo e é considerada o "santuário da tartaruga verde".

A ilha do Poilão é o primeiro centro da desova da tartaruga marinha de África e terceiro do mundo, a seguir a Costa Rica e a ilha de Ascensão, um território britânico a sul do Atlântico.

Dados do IBAP estimam que entre os meses de agosto e novembro, todos os anos, cerca de 21 mil tartarugas marinhas, migradas de todo o mundo, põem ovos na ilha de Poilão.

Aissa de Barros assinalou que praticamente todas as praias da Guiné-Bissau e quase todas as ilhas do país acolhem ciclos de desova das tartarugas marinhas, mas a ilha de Poilão, com pouco mais de dois quilómetros de comprimento, supera todos os lugares.

Por: Diana Vaz

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