DADOS APONTAM QUE ACIDENTE RODOVIÁRIA É A QUINTA MAIOR CAUSA DE MORTE DOS JOVENS

O recém-empossado presidente da Comissão Instaladora da Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária afirma que as mortes nas estradas são a quinta (5) principal causa de óbitos de jovens entre os 15 e 29 anos.

A afirmação foi feita, hoje, após o ato da emposse de 09 dos 11 membros que compõem a comissão e 2 foram ausentes na cerimonia.

Maninho Gomes Fernandes estima que as consequências económicas dos acidentes a nível mundial representam entre 1 a 3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) de cada país, ou seja, mais de 500 milhões de dólares no total e perante.

Ele diz que a atual crise da segurança rodoviária continua a ter efeitos devastadores tanto para a saúde como para a economia mundial.  

“A problemática da segurança rodoviária é atual e mundial basta olharmos alguns dos dados estatísticos existentes que nos indicam que as mortes nas estradas são a quinta (5) principal causa de óbitos de jovens entre os 15 e 29 anos w leva a eliminação da força motriz para o desenvolvimento de qualquer sociedade”, explica.

Aristides Ocante da Silva, Ministro dos Transportes e Comunicações, avança que a cidade de Bissau registra um dos piores indicadores em ternos de acidentes e de mortes nas estradas.

Segundo o governante este é um dos mais elevados índice de acidentes e mortes nas estradas do país e “pensamos de fato que se queremos o bem-estar social das nossas populações e se queremos um quadro de vida que é propício ao desenvolvimento do nosso país temos que velar profundamente pela segurança rodoviária mais vale tarde do que nunca”.

“É por esta razão que o governo está muito empenhado, conjuntamente com os seus quadros técnicos, para que este anseio seja uma realidade”, disse o ministro.

A Comissão Instaladora da Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária foi criada a 21 de abril de 2022 tem como foco principal de combater a sinistralidade com as suas nefastas, consequências socias e económicas para toda a sociedade dos países pertencentes a UEMOA na Guiné-Bissau.

Atualmente, trabalhara provisoriamente por um período de 12 meses e poderá se instalar definitivamente no país caso o relatório vier a ser aprovado.     

   

Por: Diana Bacurim

Imagem: Internet

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