CENTIF REÚNE PARCEIROS PARA AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO NO DOMÍNIO DE BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS

A Célula Nacional de Tratamento de Informação Financeira (CENTIF), reúniu no país actores estatais, numa acção de formação e sensibilização no combate a branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo.

O propósito do encontro é para partilhar com os servidores públicos, os resultados de avaliação dos riscos e avaliação mútua a que o país foi submetido pelo GIABA, e em conjunto adotar mecanismos de suprir os riscos identificados no sistema de DELBI Branqueamento de Capitais e financiamento terrorismo na Guiné-Bissau.

Presente no certame, o Secretário de Estado do Tesouro, Mamadú Baldé, disse que o fenómeno do branqueamento de capitais permite que criminosos e funcionários corruptos lucram impunemente com o produto de seus crimes.

“ O fenómeno do branqueamento de capitais permite que criminosos e funcionários corruptos lucrem impunemente com o produto de seus crimes, enquanto as actividades terroristas são possibilitadas por aqueles que as financiam com fundos criminosos vindos de fontes diversas”, considerou.

Por outro lado, sublinhou que o branqueamento de capitais também pode ser um problema em si, especialmente para países pequenos ou países em desenvolvimento como a Guiné-Bissau, com sectores financeiros fracos ou insuficientemente regulamentados, uma vez que as actividades decorrentes do branqueamento de capitais em grande escala podem arruinar a integridade do sistema de financiamento nacional, enfraquecer as instituições financeiras e prejudicar o desenvolvimento económico.

Já o presidente da Célula Nacional de Tratamento de Informação Financeira (CENTIF) Justino Sá, observa que é preciso partilhar continuadamente os novos métodos em desenvolvimento, usado pelos criminosos nos seus trabalhos, para branquear os produtos dos seus crimes.

“ O propósito da Célula Nacional de Tratamento de Informação Financeira (CENTIF) foi sempre a consciencializar as autoridades e também o setor público que opera no combate ao branqueamento de capitais e financiamento de terrorismo sobre o risco de determinados setores ou produtos para que possam tomar medidas adequados para mitigar tais riscos ligados ao branqueamento de capitais e financiamento terrorismo e de proliferação das armas de instrumentos em massa”, mencionou.

Durante a abertura do encontro o Secretário de Estado do Tesouro, deixou entender que o branqueamento de capitais, também pode ser um problema em si, especialmente para os países pequenos ou países em desenvolvimento como a Guiné-Bissau, com os sectores financeiros fracos ou insuficientemente regulamentados.

Por: Bíbia Mariza Pereira

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