CEDEAO. JORNALISTAS GUINEENSES JÁ TÊM FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA NÃO PERMITIR QUE A DESINFORMAÇÃO CONTINUE A CIRCULA

A representante residente da Comissão Económica dos Estados de África Ocidental (CEDEAO) diz estar certa que alguns jornalistas guineenses já têm ferramentas necessárias para impedir a circulação da desinformação e que ela ocupe espaço público e social.

Ngozi Ukaeje falava no encerramento do seminário sobre a integridade da informção, combate a desinformação e a má informação na África Ocidental, destinado aos jornalistas de direfentes orgãos de comunicação social.

“ Estou certa de que todos vocês já têm ferramentas necessárias para não permitir que a desinformação continue a circula e a ocupar espaço público e social. Esta formação chega num momento muito importante para o país, sobretudo neste período eleitoral e não podia ter acontecido numa altura mais oportuna, portanto, estamos felizes por conseguir realizá-la neste contexto tão sensivél da história do país”, disse a diplomata

Por outro lado, sublinhou que na África Ocidental, precisam garantir que jornalistas estejam mais preparados para apoiar a boa govenação

“ (…)Vocês não são apenas contadores de histórias, vocês moldam a informação. A informação é crítica não só em África, mas em todo o mundo e na África ocidental, precisamos garantir que jornalistas estejam bem mais preparados do que nunca, para a boa governação”, concluiu.

A abertura do seminário contou também com a presença da diretora-geral da Integração regional do ministério da economia, Cristina Pedreira que afirma que a dessiminação acelerada de conteudos falsos, manipulados ou destorcidas, seja por motivos politicos, representa hoje uma ameaça real a estabilidade dos estados membros da CEDEAO.

Segundo a diretora, “a desisnformação é uma ameaça quieta, imediata a paz, ao estado do direito democrático, aos direitos humanos e a segurança dos cidadãos, porquanto ela se instala distorce as percepções e compromete qualquer processo democratico”.

Por isso, disse, mais de que nunca precisam de uma imprensa vigilante, ética e devidamente capacitada para combater a desinformação, e o papel dos jornalistas não se limitam a relatar factos porque são guardioes da credibilidade e ponto essencial entre as instituições e os cidadaos.

Pedreira disse que a integridade da informação não é apenas um conceito técnico, “ é uma missão cívica que exige rigor, coragem, independência e formação contínua, o que nos permite afirmar que este atelier é uma oportunidade para fortalecer a capacidade sobre a verificação dos factos, comprender a dimensão da desinformação e a má informação, aprofundar estrategias de combate as narrativas manipuladaras e reforçar a cooperação regional em materia de comunicação e segurança”.

Por: Nautaran Marcos Có

Fotos: CEDEAO

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