AUMENTAM NÚMERO DE CRIANÇAS VENDEDORAS NAS RUAS DO PAÍS

 

O fenómeno da venda ambulante das crianças nas ruas e locais de grandes movimentações aumentou nos últimos tempos em todo o país, constituindo um grande perigo em termos de segurança e saúde destes menores.

Nas ruas do país tem crescido o fenómeno das crianças nas actividades comercias sobretudo na venda do amendoim, água e inclusive máscaras de protecção individual em plena pandemia da Covid 19.

Diante de toda esta situação poucos esforços das autoridades estão a ser feito para impulsionar a tomada de medida em relação a protecção desta camada vulnerável da população.

Algumas crianças ouvidas pela Rádio Sol Mansi na capital Bissau, que estavam ao logo da avenida a vender diversos produtos e até os que não são autorizadas para o uso infantil, justificaram a pratica para o sustento da família.

Também ouvido pela RSM, a presidente do Instituto da Mulheres e Crianças, Cádi Dabo Correia, considera a situação de um problema, não obstante, da justificação dos próprios pais e encarregados de educação. A presidente, alerta no entanto, que está a ser criada uma política nacional da protecção das crianças.

Perante estes cenários o Parlamento Nacional Infantil defende a adopção da lei que proíbe o envolvimento das crianças nas actividades comerciais em toda a Guiné-Bissau

Sebastião Tambá Júnior, propõe ao Governo a criação de uma resolução que será submetido aos deputados da nação para melhor controlar a prática.

Os direitos das crianças estão a ser sistematicamente violadas, elas não estão a ser dados os direitos básicos; a escola, a protecção e a assistência social. Em plena pandemia da Covid 19 as crianças guineenses estão nas ruas a pedir esmolas e na venda clandestina, apesar de existir uma lei mundial de protecção às crianças.

Estes factos continuam a acontecer nos olhos das autoridades nacionais e incluindo as crianças talibés que no final do ano passado, o presidente da república, Umaro Sissoco Embalo, tinha anunciado o fim desta pratica no país.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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