ADMINISTRADOR DE UCG DISSE QUE PAÍS PRECISA DE TRABALHAR PARA ELEVAR EDUCAÇÃO FINANCEIRA
O administrador interino da Universidade Católica da Guiné-Bissau, padre Alberto Luís Quematcha, considerou, hoje (17 de Fevereiro de 2020), de catastrófica a situação da Educação financeira do País.
A consideração preferida numa entrevista à Rádio Sol Mansi (RSM) a margem de uma palestra com os estudantes desta universidade que teve lugar, esta manhã, nas suas instalações, em Bôr.
Para Alberto Luís Quematcha, os governantes do país não sabem lidar com as riquezas internas, porque não trabalham para a construção de bons Hospitais, escolas e estradas.
“Os governantes guineenses trabalham pela riqueza pessoal”.
Entretanto, Alberto Quematcha defendeu que para ter a cultura da educação financeira não é preciso ter elevado nível académico.
“Uma questão de consciência coletiva ou seja é difícil para uma pessoa dizer que vai ser rico num ambiente onde a maioria não tem mínima noção de riqueza, para ser um rico é preciso ter certos comportamentos”, lembra.
A Associação Académica da UCGB realiza actividades na semana académica que decorre até o próximo dia 21 sob o lema “universidade face aos desafios do Milénio”. Durante estes dias serão discutidos, entre outros, o impacto da moeda única na CEEAO “ECO”, o empreendedorismo juvenil e desafios do ensino no seculo XXI.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Turé da Silva
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